The loveliness of Paris seems somehow sadly gay,
The glory that was Rome is just another day,
I've been terribly alone and forgotten in Manhattan,
I'm going home to my city by the bay.
I left my heart in San Francisco, high on a hill it calls to me
To be where little cable cars climb halfway to the stars.
The morning fog may chill the air, I don't care.
My love waits there in San Francisco, above the blue and windy sea,
When I come home to you, San Francisco, your golden sun will shine for me.
Be sure to wear some flowers in your hair
If you are going to San Francisco Be sure to wear some flowers in your hair If you are going to San Francisco You're gonna meet some gentle people there For those who come to San Francisco Summertime will be a love-in there In the streets of San Francisco Gentle people with flowers in their hair All across the nation Such a strange vibration People in motion There's a whole generation With a new explanation People in motion, people in motion For those who come to San Francisco
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Inside the airplane
Depois de 2hs de espera dentro do avião, finalmente estou a caminho de NY. O piloto do avião recebeu uma ligação que o pai estava enfartando e teve que sair correndo. Até que a companhia encontrasse alguém que pudesse substituí-lo, levou-se 2hs.
Claro que não estou online. Só estou escrevendo para postar quando chegar em NY.
Deixei SF da mesma maneira de quando cheguei: com uma neblina espessa cobrindo a cidade. Depois que o avião a atravessou, parecia um tapete de algodão, coisa mais linda.
Domingo passei o dia em casa arrumando as malas e ajeitando minhas coisas. Estava um dia lindo, de sol. À noite fui jantar no restaurante italiano de novo, com a Karin.
Ontem estava um dia horroroso, nublado. Encontrei a Karin de manhã e pegamos o cable car, só pra tirar fotos, que eu ainda não tinha tirado. Estava um vento gelado e, por isso, nem andamos muito no centro da cidade. Voltamos para a minha casa para pegar o carro, que eu tinha pedido emprestado pra Elaine pra ir até Sausalito, que eu ainda não tinha ido e tenho certeza que ia me arrepender se não fosse.
Na metade da Golden Gate Bridge a neblina sumiu. Do outro lado estava sol, um dia lindo. E de lá podíamos ver o fog sobre SF.
A cidade é bonitinha, mas nada demais. A atração principal é uma rua cheia de lojinhas e restaurantes, de onde se pode ver a baia. Almoçamos por lá, demos uma volta e voltamos para a gélida e nublada SF.
Terminei de arrumar as malas e tive que deixar para trás uma bolsa, uma bota e um sapato. Todos meio velhos, que eu já imaginava que ficariam por aqui, pela falta de espaço.
Saio de SF triste em deixar uma cidade tão graciosa para trás, mas ao mesmo tempo feliz em poder voltar ao Brasil e comer a comida que tanto me faz falta aqui. E mais feliz ainda com a ida para a Itália, em 12 dias.
Esses 3 meses mostraram que definitivamente os EUA não é o meu lugar. Em primeiro lugar odiei a comida, sempre sem sal e com muita pimenta. Pouca comida saudável e muito lanche. Muito cookie, brownie, donuts, doces em geral. Tudo bem, vocês vão dizer que adoram doce. Mas pensem numa alimentação baseada quase que só em sabores agridoces.
Os americanos prezam muito a liberdade, mas eu acredito que a sua liberdade termina onde começa a minha. E muitas vezes senti que isso foi ultrapassado aqui. Um dia estávamos em um restaurante e o cara na mesa do lado, enquanto aguardava a comida e falava no celular, tirou o sapato e a meia e começou a coçar o pé!! Ele não deve nada a ninguém e tem o direito de fazer isso onde quiser, mas não num restaurante com outras pessoas comendo por perto!!
O espírito consumista empera mais que tudo. Nos feriados, há sempre grandes promoção porque, ao invés de viajarem, eles saem às compras!! A nação mais rica do mundo não viaja nem dentro do seu próprio país!! Muitos deles não sabem nem a geografia do próprio país. O pior é que não sabem se vestir, não tem classe e estilo, como os europeus. Eles tem as melhores roupas do mundo a preço de banana mas não sabem combinar.
As pessoas mais interessantes que conheci foram a Elaine e meus professores Jason e Amber.
Elaine é irlandesa e, quando jovem, morou na Itália e na Espanha. Foi enviada aos EUA com 18 anos pelos pais porque estava se envolvendo com a luta pela libertação da Irlanda do Norte e os pais ficaram com medo que ela se metesse em problemas. Ainda hoje ela luta por essa causa. Perdeu um tio no Bloody Sunday, odeia a Inglaterra e tem várias coisas relacionadas à Irlanda em casa.
Jason é gay, nascido e criado em New Jersey, próximo a NY. Morou na Bélgica quando adolescente e por isso fala Francês. Teve um namorado braslieiro e se mudou para SP, onde estudou Semiótica na PUC por 4 anos e, portanto, fala Português. Ele entende os erros que falantes de línguas latinas costumam cometer e critica muitos aspectos da cultura americana.
Amber deu aula de inglês na China e entende os problemas dos asiáticos. Está sempre criticando o governo Bush e o espírito consumista dos americanos.
Davide sempre costuma falar que o que mais gosta em mim é o meu sorriso, a minha alegria; que o brasileiro é um povo alegre. Depois disso comecei a prestar atenção e ele tem razão. Você não vê pessoas conversando e gargalhando em restaurantes e bares, como vemos no Brasil. Poucas vezes gargalhei desde que cheguei aqui ou vi um americano rindo.
Na verdade acho que o brasileiro é um povo muito carente, que está sempre buscando uma aceitação, por isso somos sempre tão simpáticos com os visitantes estrangeiros. Fazemos um esforço imenso para que gostem da gente e falem bem do nosso país. Americanos não estão preocupados com isso; não se importam com a opinião dos outros. Não se preocupam com etiquetas e formalidades.
Por um lado isso é bom, são auto-suficientes. Mas num mundo cada vez mais globalizado, não podem se fechar no mundo deles. Isso só atrai a raiva de tantos povos pelo mundo. O pior é que, por ser a nação a mais rica, eles estão exportando o american way of life todo o mundo, e as pessoas mais pobres ou ignorantes estão adotando. Podemos perceber isso nos Big Brother’s e reality shows da vida, na necessidade de se trocar de celular ou Ipod a todo instante ou de vestir a roupa da moda, da grife do momento, e se igualar a todo mundo e viver como carneirinho. Sem identidade própria, sem estilo.
E não estou falando só do Brasil. Davide me disse que em Nápoles, onde as pessoas são mais pobres, eles se preocupam em vestir Dolce & Gabana e te olham com desprezo se você não se veste assim.
Não posso negar que as coisas funiconam aqui, as pessoas são educadas no trânsito, obedecem as leis; há segurança. Apesar de não ter metrô em SF, o ônibus é ótimo, com paradas a cada dois quarteirões e linhas servindo todas as vias principais. Um dia no restaurante uma senhora passou mal, chamamos o 911, veio um caminhão de bombeiro em 5 min!! Eles fizeram os primeiros socorros e logo depoisn chegou a ambulância, para levá-la ao hospital.
Em Las Vegas reclamamos do quarto, que estava com vazamento na pia. Colocaram a gente num puta quarto com vista para a Strip, a rua principal.
Mesmo hoje, com o atraso do avião, o comandante passava as informações a todo momento e veio inclusive andar no avião para conversar com os passageiros e responder às dúvidas de quem tem outras conexões.
Sei que o post tá longo demais, mas 5hs dentro do avião, não dá, né?
Próxima parada, New York, New York!!
Claro que não estou online. Só estou escrevendo para postar quando chegar em NY.
Deixei SF da mesma maneira de quando cheguei: com uma neblina espessa cobrindo a cidade. Depois que o avião a atravessou, parecia um tapete de algodão, coisa mais linda.
Domingo passei o dia em casa arrumando as malas e ajeitando minhas coisas. Estava um dia lindo, de sol. À noite fui jantar no restaurante italiano de novo, com a Karin.
Ontem estava um dia horroroso, nublado. Encontrei a Karin de manhã e pegamos o cable car, só pra tirar fotos, que eu ainda não tinha tirado. Estava um vento gelado e, por isso, nem andamos muito no centro da cidade. Voltamos para a minha casa para pegar o carro, que eu tinha pedido emprestado pra Elaine pra ir até Sausalito, que eu ainda não tinha ido e tenho certeza que ia me arrepender se não fosse.
Na metade da Golden Gate Bridge a neblina sumiu. Do outro lado estava sol, um dia lindo. E de lá podíamos ver o fog sobre SF.
A cidade é bonitinha, mas nada demais. A atração principal é uma rua cheia de lojinhas e restaurantes, de onde se pode ver a baia. Almoçamos por lá, demos uma volta e voltamos para a gélida e nublada SF.
Terminei de arrumar as malas e tive que deixar para trás uma bolsa, uma bota e um sapato. Todos meio velhos, que eu já imaginava que ficariam por aqui, pela falta de espaço.
Saio de SF triste em deixar uma cidade tão graciosa para trás, mas ao mesmo tempo feliz em poder voltar ao Brasil e comer a comida que tanto me faz falta aqui. E mais feliz ainda com a ida para a Itália, em 12 dias.
Esses 3 meses mostraram que definitivamente os EUA não é o meu lugar. Em primeiro lugar odiei a comida, sempre sem sal e com muita pimenta. Pouca comida saudável e muito lanche. Muito cookie, brownie, donuts, doces em geral. Tudo bem, vocês vão dizer que adoram doce. Mas pensem numa alimentação baseada quase que só em sabores agridoces.
Os americanos prezam muito a liberdade, mas eu acredito que a sua liberdade termina onde começa a minha. E muitas vezes senti que isso foi ultrapassado aqui. Um dia estávamos em um restaurante e o cara na mesa do lado, enquanto aguardava a comida e falava no celular, tirou o sapato e a meia e começou a coçar o pé!! Ele não deve nada a ninguém e tem o direito de fazer isso onde quiser, mas não num restaurante com outras pessoas comendo por perto!!
O espírito consumista empera mais que tudo. Nos feriados, há sempre grandes promoção porque, ao invés de viajarem, eles saem às compras!! A nação mais rica do mundo não viaja nem dentro do seu próprio país!! Muitos deles não sabem nem a geografia do próprio país. O pior é que não sabem se vestir, não tem classe e estilo, como os europeus. Eles tem as melhores roupas do mundo a preço de banana mas não sabem combinar.
As pessoas mais interessantes que conheci foram a Elaine e meus professores Jason e Amber.
Elaine é irlandesa e, quando jovem, morou na Itália e na Espanha. Foi enviada aos EUA com 18 anos pelos pais porque estava se envolvendo com a luta pela libertação da Irlanda do Norte e os pais ficaram com medo que ela se metesse em problemas. Ainda hoje ela luta por essa causa. Perdeu um tio no Bloody Sunday, odeia a Inglaterra e tem várias coisas relacionadas à Irlanda em casa.
Jason é gay, nascido e criado em New Jersey, próximo a NY. Morou na Bélgica quando adolescente e por isso fala Francês. Teve um namorado braslieiro e se mudou para SP, onde estudou Semiótica na PUC por 4 anos e, portanto, fala Português. Ele entende os erros que falantes de línguas latinas costumam cometer e critica muitos aspectos da cultura americana.
Amber deu aula de inglês na China e entende os problemas dos asiáticos. Está sempre criticando o governo Bush e o espírito consumista dos americanos.
Davide sempre costuma falar que o que mais gosta em mim é o meu sorriso, a minha alegria; que o brasileiro é um povo alegre. Depois disso comecei a prestar atenção e ele tem razão. Você não vê pessoas conversando e gargalhando em restaurantes e bares, como vemos no Brasil. Poucas vezes gargalhei desde que cheguei aqui ou vi um americano rindo.
Na verdade acho que o brasileiro é um povo muito carente, que está sempre buscando uma aceitação, por isso somos sempre tão simpáticos com os visitantes estrangeiros. Fazemos um esforço imenso para que gostem da gente e falem bem do nosso país. Americanos não estão preocupados com isso; não se importam com a opinião dos outros. Não se preocupam com etiquetas e formalidades.
Por um lado isso é bom, são auto-suficientes. Mas num mundo cada vez mais globalizado, não podem se fechar no mundo deles. Isso só atrai a raiva de tantos povos pelo mundo. O pior é que, por ser a nação a mais rica, eles estão exportando o american way of life todo o mundo, e as pessoas mais pobres ou ignorantes estão adotando. Podemos perceber isso nos Big Brother’s e reality shows da vida, na necessidade de se trocar de celular ou Ipod a todo instante ou de vestir a roupa da moda, da grife do momento, e se igualar a todo mundo e viver como carneirinho. Sem identidade própria, sem estilo.
E não estou falando só do Brasil. Davide me disse que em Nápoles, onde as pessoas são mais pobres, eles se preocupam em vestir Dolce & Gabana e te olham com desprezo se você não se veste assim.
Não posso negar que as coisas funiconam aqui, as pessoas são educadas no trânsito, obedecem as leis; há segurança. Apesar de não ter metrô em SF, o ônibus é ótimo, com paradas a cada dois quarteirões e linhas servindo todas as vias principais. Um dia no restaurante uma senhora passou mal, chamamos o 911, veio um caminhão de bombeiro em 5 min!! Eles fizeram os primeiros socorros e logo depoisn chegou a ambulância, para levá-la ao hospital.
Em Las Vegas reclamamos do quarto, que estava com vazamento na pia. Colocaram a gente num puta quarto com vista para a Strip, a rua principal.
Mesmo hoje, com o atraso do avião, o comandante passava as informações a todo momento e veio inclusive andar no avião para conversar com os passageiros e responder às dúvidas de quem tem outras conexões.
Sei que o post tá longo demais, mas 5hs dentro do avião, não dá, né?
Próxima parada, New York, New York!!
domingo, 28 de outubro de 2007
Last days
Ontem foi minha formatura na escola. Nada demais, o professor te entrega o diploma, fala como foi conviver com você, como você é como estudante. O meu fez questão de falar que vou à Itália, claro. Hehehe
Na minha avaliação tirei A em tudo e recebi o diploma de Advanced!!
Depois do almoço fui ao restaurante pegar meu cheque e achei que estavam faltando horas. Voltei para casa par pegar meus controles e voltei ao restaurante. Conversei com a dona e ela disse que me deixaria o cheque hoje. No fim perdi o dia atrás disso e fui direto encontrar o pessoal na Macy’s, pois havíamos combinado de jantar na Cheese Cake Factory.
Como estava fora o dia todo e estava cansada, passei lá só pra dar tchau pra um amigo alemão que foi embora hoje. Havia 1h30 de espera no restaurante e eles decidiram jantar no italiano onde trabalhei. Não pude dizer não. Cheguei em casa 22h, só o pó.
Hoje fui à Baker Beach com a Karin. A única coisa interessante da praia é a vista da Golden Gate Bridge. Tiramos umas fotos e depois fomos à Best Buys, pois eu precisava comprar umas “encomendas”. De lá fomos à Macy’s, comprar outra “encomenda” e achei uma perfumaria com produtos L’Anza e Paull Mitchel super baratos, mas só pude comprar um shampoo e um balm, por falta de espaço.
À noite fui a um bar irlandeês perto de casa com o David e a Erin, primos da Elaine. Ele adora futebol, sabe o nome de quase todos os times de futebol do Brasil. Eles me disseram que adoraram Cidade de Deus. Falaram que posso ir pra Irlanda quando quiser, e ele tem uma irmã em Sevilha, disse que também posso ficar na casa dela.
Isso é o mais legal de fazer uma viagem dessas: conhecer gente do mundo todo, de diferentes culturas. Dá a impressão que o mundo é tão pequeno...
Na minha avaliação tirei A em tudo e recebi o diploma de Advanced!!
Depois do almoço fui ao restaurante pegar meu cheque e achei que estavam faltando horas. Voltei para casa par pegar meus controles e voltei ao restaurante. Conversei com a dona e ela disse que me deixaria o cheque hoje. No fim perdi o dia atrás disso e fui direto encontrar o pessoal na Macy’s, pois havíamos combinado de jantar na Cheese Cake Factory.
Como estava fora o dia todo e estava cansada, passei lá só pra dar tchau pra um amigo alemão que foi embora hoje. Havia 1h30 de espera no restaurante e eles decidiram jantar no italiano onde trabalhei. Não pude dizer não. Cheguei em casa 22h, só o pó.
Hoje fui à Baker Beach com a Karin. A única coisa interessante da praia é a vista da Golden Gate Bridge. Tiramos umas fotos e depois fomos à Best Buys, pois eu precisava comprar umas “encomendas”. De lá fomos à Macy’s, comprar outra “encomenda” e achei uma perfumaria com produtos L’Anza e Paull Mitchel super baratos, mas só pude comprar um shampoo e um balm, por falta de espaço.
À noite fui a um bar irlandeês perto de casa com o David e a Erin, primos da Elaine. Ele adora futebol, sabe o nome de quase todos os times de futebol do Brasil. Eles me disseram que adoraram Cidade de Deus. Falaram que posso ir pra Irlanda quando quiser, e ele tem uma irmã em Sevilha, disse que também posso ficar na casa dela.
Isso é o mais legal de fazer uma viagem dessas: conhecer gente do mundo todo, de diferentes culturas. Dá a impressão que o mundo é tão pequeno...
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Alcatraz
Terça e quarta foram meus últimos dias no restaurante, finally.
O gerente disse que fui a melhor hostess que eles tiveram, sempre pontual, bem arrumada... Que ele gostava da minha figura na porta do restaurante. E que apesar de estar decepcionado que eu ia embora, me ajudaria se eu voltasse de novo. Nice!!
Também comentou que eu falo Inglês melhor que ele e ainda vou na escola... hahaha
Hoje fui para Alcatraz, finalmente. Até agora não tinha ido porque todo mundo me falou que não era grande coisa, mas é aquele tipo de coisa que se você não faz, quando volta todo mundo pergunta "Foi em Alcatraz?"
Mas é bem aquela coisa babaca de americano, que transforma qualquer porcaria numa super atração e acha que é o máximo. É só uma prisão de segurança máxima desativada nos anos 60, que teve meia dúzia de presos conhecidos, como Al Capone (mas eles não mostram a cela dele), e onde aconteceu uma fuga espetacular. O pior é que eles têm a arrogância de dizer que os caras "tentaram" escapar. Porque depois eles sumiram, então ninguém sabe se eles fugiram mesmo ou morreram afogado nas águas "quentinhas" da baía.
A melhor coisa do passeio é a vista que se tem de San Francisco.
Depois fui no Pier 39 finalmente ver os leões marinhos, coisa mais fofa!! Eles ficam lá deitadinho tomando sol e gritando!! hahaha
Fotos e vídeos no álbum.
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
Last week, finally
Ontem trabalhei à noite, então não tive tempo de fazer muita coisa durante o dia.
Fui só ao Golden Gate Park, que é perto de casa. O dia tava lindo, sol quente. E a galera tomando sol no parque!! Como americano é ridículo...
Finalmente tirei fotos da torre do De Young Museum, Japanese Tea Garden, Botanic Garden and Conservatory of Flowers.
À noite, no restaurante, foi maravilhoso. Tava super cheio e o tempo passou voando. Foi a melhor noite desde que comecei lá.
Essa experiência de trabalhar lá está sendo ótima. Eu conheço gente de diferentes lugares e tenho que falar várias línguas!! hehehe
Os mexicanos da cozinha não falam inglês, dá pra acreditar? Alguns deles estão aqui há anos e não falam nada! Porque a comunidade latina aqui é muito grande, quase tudo é escrito em inglês e espanhol, então eles não precisam se esforçar pra aprender uma nova língua. Mas acho que isso é um p... desperdício.
No começo, quando cheguei lá, não conseguia falar espanhol porque só tinha o inglês na cabeça, mas agora a gente conversa na boa.
Tem um cozinheiro italiano que também só fala italiano e espanhol, então a gente dá uma enrolada no espanhol e ele me ensina alguma coisa de italiano. hehehe
É um barato porque quando chego lá tenho que falar "Olá, que tál?", "Ciao!", e "Hi!", mas quando chego na escola e tenho que falar só "Hi!", fico meio perdida...
Hoje tava mais um dia lindo. Depois da escola levei os brasileiros numa loja super descolada, Urban Outfitters. Eles tem coisas bem loucas, tipo um calendário contando os dias para o fim do mandato do Bush, cartas com posições sexuais, vários livros loucos como "Beer is the answer... But I don't know the question!". Coisas completamente nonsense mas muito divertidas.
E depois fomos para Haight-Asbury, o bairro hippie que eu adoro.
Cheguei em casa mais de 19h, mas feliz porque o dia rendeu.
sábado, 20 de outubro de 2007
Golden Gate Bridge
Hoje tava meio perdida, sem saber o que fazer. A Juliana foi pra Los Angeles, a Karin pra San Diego. Não tinha email ou telefone do resto do povo da sala.
Decidi que não ia ficar esperando por ninguém e ia finalmente atravessar a Golden Gate Bridge a pé, já que só tenho mais 10 dias e não posso perder tempo.
Foi a melhor coisa que fiz. Ela é linda, linda, linda!! E poder fazer isso sozinha foi muito bom, porque pensei em um monte de coisas. A única coisa ruim foi que tinha que pedir para os outros tirarem foto para mim ou fazer "autofoto".
O dia estava lindo, sol, céu azul, mas lá faz muito vento, porque é a entrada da baía, muito perto ainda do Pacífico. Mas é incrível como, quando você chega do outro lado da ponte, o tempo muda. Sem vento, bem mais quente.
Como há muitos casos de suicídio na ponte, eles instalaram vários telefones no estilo CVV. Dá uma olhada na foto.Você pode cruzá-la a pé e voltar de ferry, mas eu preferi fazer ida e volta a pé, sendo que a ponte tem 2,7km. Depois peguei um ônibues e voltei pra casa, porque estava bem cansada.
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Castro

Ontem à tarde fui no Mission Dolores Park, tirar foto na pontezinha que aparece no filme "Doce Novembro". Dei uma volta nas ruas em volta, procurando a casa dela, mas não achei. Depois descobri que eles filmaram em outro bairro, Pacific Heights, mais longe daqui.
Depois peguei ônibus no Castro.
Mas vamos falar do Castro, o bairro gay. É o bairro mais alegre, cheio de lojas transadas, sex shops, bares, baladinhas. Em todos os postes tem a bandeira com as cores do arco-íris; a segurança lá é redobrada por causa do preconceito, ou seja, é um dos lugares mais seguros de San Francisco. Mesmo que as baladas sejam gay, não me importo de ir lá, porque eles são muito alegres. Enfim, para mim, é um dos bairros mais agradáveis de SF.
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
Marina
Hoje de manhã o tempo tava horrível, chovendo, nublado... mas depois do almoço abriu um solzinho e fomos até a Marina.
Fui com 2 brasileiras, 1 alemã e 1 alemão. A vista de lá é linda, e finalmente achei a praia do Doce Novembro, quando ela corre com os cachorros!!
Fomos também ao Palace of Fine Arts, um edifício construído para uma exposição, em 1915, que eles resolveram não demolir depois.
Depois ando um bom pedaço ali na orla, até chegar perto da Golden Gate Bridge. Ela é tão linda... Toda vez que olho pra ela, fico pensando se estou mesmo aqui. É tão difícil acreditar, parece que estou num filme!
Fui com 2 brasileiras, 1 alemã e 1 alemão. A vista de lá é linda, e finalmente achei a praia do Doce Novembro, quando ela corre com os cachorros!!
Fomos também ao Palace of Fine Arts, um edifício construído para uma exposição, em 1915, que eles resolveram não demolir depois.
Depois ando um bom pedaço ali na orla, até chegar perto da Golden Gate Bridge. Ela é tão linda... Toda vez que olho pra ela, fico pensando se estou mesmo aqui. É tão difícil acreditar, parece que estou num filme!
Ah, devo dizer que aquele vento insuportável do verão se foi, mas agora veio a chuva. A média aqui é 14C, mas já estou acostumada. Nem uso luva, gorro, cachecol, como usava no Brasil.
O povo anda me mandando email perguntando se está tudo bem, se estou viva... Tô viva sim, só ando cansada por causa do trabalho e sem muito saco pra escrever, principalmente porque tava sem a câmera. Mas agora que estou saindo de novo e tirando fotos, prometo mandar notícias!!
O povo anda me mandando email perguntando se está tudo bem, se estou viva... Tô viva sim, só ando cansada por causa do trabalho e sem muito saco pra escrever, principalmente porque tava sem a câmera. Mas agora que estou saindo de novo e tirando fotos, prometo mandar notícias!!
terça-feira, 16 de outubro de 2007
Work, work, work
Nossa, trabalhei que nem uma desgraçada esse fim de semana!!
Sexta fui na hora do almoço. Tava chovendo, um tempo horrível, não tinha ninguém no restaurante. Depois que saí de lá só queria vir pra minha casa dormir.
Sábado trabalhei no almoço de novo. A Juliana foi me encontrar na saída e fomos dar uma volta do Mission Dolores Park e depois sentamos num barzinho no Castro.
Domingo tinha que trabalhar só à noite, mas me ligaram de manhã porque a outra menina tava doente. Aí acabei indo no almoço, né? Fazer o que...
Segunda tive que ir até o aeroporto pra mudar minha passagem pra NY, já que só vou pra lá 30/10 e cheguei atrasada no trabalho. Mas tava ótimo porque, apesar de ser segunda, foi uma noite bem cheia.
Hoje não trabalhei e pensei em aproveitar o dia pra sair e tirar umas fotos, mas o tempo tava uma bosta. Nublado, garoando...
Nossa, teve uma invasão de brasileiros na escola essa semana!! Só na minha sala tem 5!! É isso que dá, economia boa, dólar barato... Se todo mundo resolvesse viajar, haveria uma invasão de brasileiros no mundo... hahaha
Sexta fui na hora do almoço. Tava chovendo, um tempo horrível, não tinha ninguém no restaurante. Depois que saí de lá só queria vir pra minha casa dormir.
Sábado trabalhei no almoço de novo. A Juliana foi me encontrar na saída e fomos dar uma volta do Mission Dolores Park e depois sentamos num barzinho no Castro.
Domingo tinha que trabalhar só à noite, mas me ligaram de manhã porque a outra menina tava doente. Aí acabei indo no almoço, né? Fazer o que...
Segunda tive que ir até o aeroporto pra mudar minha passagem pra NY, já que só vou pra lá 30/10 e cheguei atrasada no trabalho. Mas tava ótimo porque, apesar de ser segunda, foi uma noite bem cheia.
Hoje não trabalhei e pensei em aproveitar o dia pra sair e tirar umas fotos, mas o tempo tava uma bosta. Nublado, garoando...
Nossa, teve uma invasão de brasileiros na escola essa semana!! Só na minha sala tem 5!! É isso que dá, economia boa, dólar barato... Se todo mundo resolvesse viajar, haveria uma invasão de brasileiros no mundo... hahaha
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Ice Skating

Finalmente minha câmera voltou do conserto na segunda-feira.
Como foi feriado aqui, Columbus Day, tirei o dia para fazer compras. Encontrei com a Juliana, que trabalhou na Pfizer e chegou aqui no fim de semana, e passamos o dia na Union Square. Comprei umas coisinhas que estavam em promoção na Gap, um Nemo de pelúcia pra Naná e algumas coisinhas na Victoria's Secret.
Ela me chamou pra ir no outlet essa semana, mas quando cheguei em casa percebi que não tenho mais espaço na mala!! :-O
Como tive que trabalhar na terça à noite, vim pra casa depois da escola. Mesma coisa na quarta, já que o gerente me pediu pra trabalhar porque a outra menina faltou.
Hoje, ao invés de ir à escola, fomo patinar numa pista de gelo no Yerba Buena Gardens. Imagina o desastre, né? Pra quem nunca nem patinou com patins comum...
Dei umas 3 voltas na pista, todas assim iguais na foto, com alguém me segurando... hehehe Lembrei da Naná o tempo todo, que ia adorar estar lá.
Depois me juntei com um grupo de brasileiros da escola, a maioria que chegou essa semana, e fomos dar uma olhada nas lojas da Market St. de novo. Achei uma calça de veludo Calvin Klein por U$20!! Mas também foi a última, chega!! Falei pra elas não me levarem mais lá!!
Como foi feriado aqui, Columbus Day, tirei o dia para fazer compras. Encontrei com a Juliana, que trabalhou na Pfizer e chegou aqui no fim de semana, e passamos o dia na Union Square. Comprei umas coisinhas que estavam em promoção na Gap, um Nemo de pelúcia pra Naná e algumas coisinhas na Victoria's Secret.
Ela me chamou pra ir no outlet essa semana, mas quando cheguei em casa percebi que não tenho mais espaço na mala!! :-O
Como tive que trabalhar na terça à noite, vim pra casa depois da escola. Mesma coisa na quarta, já que o gerente me pediu pra trabalhar porque a outra menina faltou.
Hoje, ao invés de ir à escola, fomo patinar numa pista de gelo no Yerba Buena Gardens. Imagina o desastre, né? Pra quem nunca nem patinou com patins comum...
Dei umas 3 voltas na pista, todas assim iguais na foto, com alguém me segurando... hehehe Lembrei da Naná o tempo todo, que ia adorar estar lá.
Depois me juntei com um grupo de brasileiros da escola, a maioria que chegou essa semana, e fomos dar uma olhada nas lojas da Market St. de novo. Achei uma calça de veludo Calvin Klein por U$20!! Mas também foi a última, chega!! Falei pra elas não me levarem mais lá!!
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